Muitos educadores vivenciam uma realidade em que a tecnologia se encontra presente. Entretando, há uma resistência em utilizar as novas tecnologias, que não as tradicionais: giz, lousa, livro, professor falando e aluno escutando. Estas são impressindívíes, mas não são as únicas. Atualmente, os educandos nascem numa realidade completamente diferente, utilizando desde muito cedo computadores com acesso a internet, celulares de última geração, ipod e toda tecnologia que se possa imaginar. As aulas tradicionais já não atraem mais os alunos, não prendem a atenção e, por consequência, se tornam muitas vezes enfadonhas. A tecnologia faz parte da vida e da sociedade e não se pode viver sem ela ou fingir sua inexistência.
Segundo Saez, tecnologia e sociedade não podem viver uma sem a outra e esta responde aos interesses econômicos. Toda tecnologia possui uma itencionalidade. O problema é quando nossa sociedade consumista dá mais importância no ter do que no ser. Educação e tecnologia, portanto, podem andar lado a lado em busca da formação de indivíduos capazes, não somente em dominá-las, mas em utilizá-las para o bem comum. É bem verdade que não podemos mais viver sem as tecnologias, entretanto não podemos esquecer que mais importante que a própria tecnologia é aquele que está por tras dela, a saber, seus criadores e seus usuários.
Não basta somente usar as tecnologias porque elas estão presentes em nosso dia a dia. O educador deve sim estar preparado para explorá-las no intuito de facilitar o processo de ensino-aprendizagem e de “criar novos desafios didáticos” (Moran). Novas possibilidades de aprendizado surgem com as diversas tecnologias e os educadores necessitam estar capacitados para gerenciá-las e integrá-las no cotidiano escolar.
A conclusão a que chegamos é a de que quanto mais insistimos em manter uma distâncias das inovações tecnológicas, sobretudo no ambiente escolar, mais afastamos as possibilidades de inovar nossas aulas, aliando a teoria à prática, além de dificultar o processo criativo dos nossos alunos. A idéia é utilizar a tecnologia a favor da educação, como facilitador do processor de aprendizagem e da formação de indívíduos críticos, conscientes e criativos.
Bibliografia
SAEZ, Victor Mari: Globalización, nuevas tecnologías y comunicación. Madrid: De La Torre, 1999. Disponível em http://www.educa.madrid.org/cms_tools/files/65a73a3c-1395-4a6c-be4f-e38f4801c79d/victorglobalizacion.pdf
Moran, josé Manuel: Os novos espaços de atuação do professor com as tecnologias. Revista Diálogo Educacional (PUCPR), Curitiba, PR, v.4, n.12, 13-21pp.. 2004. Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/espacos.htm
Bibliografia
SAEZ, Victor Mari: Globalización, nuevas tecnologías y comunicación. Madrid: De La Torre, 1999. Disponível em http://www.educa.madrid.org/cms_tools/files/65a73a3c-1395-4a6c-be4f-e38f4801c79d/victorglobalizacion.pdf
Moran, josé Manuel: Os novos espaços de atuação do professor com as tecnologias. Revista Diálogo Educacional (PUCPR), Curitiba, PR, v.4, n.12, 13-21pp.. 2004. Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/espacos.htm